Ciência de campo, dados abertos, decisões informadas.
O território vira dado. O dado vira decisão e oportunidade.
Estamos construindo APIs e ferramentas que cruzam dados públicos de clima, água, vegetação, fogo e biodiversidade por imóvel rural, município ou ponto do Brasil. O primeiro protótipo já roda no seu navegador. Para quem pesquisa, decide e investe, com ênfase no Cerrado.
Pesquisa e desenvolvimentoEstágio: em desenhoPesquisa científica e tecnológica, básica e aplicada, nas ciências do ambiente, com ênfase no Cerrado.
Conservação, monitoramento e inventáriosEstágio: em desenhoConservar e restaurar ecossistemas; monitorar e inventariar a biodiversidade, as águas e o patrimônio natural.
Educação, formação e ciência abertaEstágio: em desenhoFormar pesquisadores, gestores e lideranças; difundir o conhecimento com compartilhamento responsável de dados.O que nos propomos a fazer
Decisões sobre território são tomadas todos os dias: onde plantar, o que proteger, como usar a água, onde investir. Quem decide quase nunca tem o dado cruzado na mão. Queremos que essas decisões contem com conhecimento confiável, pronto para usar.
Território vivo é o lugar em que natureza, pessoas e atividades econômicas mudam juntas. Conhecimento aplicado é o que ajuda alguém a decidir: uma gestão pública, uma equipe de pesquisa, uma empresa que inova.
Por que Hub
O nome diz o que queremos ser: um ponto de encontro entre quem pesquisa, quem financia, quem decide e quem vive no território. Ainda não somos esse ponto. É para construí-lo que buscamos os primeiros parceiros.
Estamos construindo APIs do território
Dado público não falta: NASA, IBGE, SICAR, INPE, INMET e GBIF publicam clima, água, vegetação, fogo e biodiversidade. O que falta é cruzar tudo isso por lugar e entregar pronto para uma decisão. É isso que estamos construindo: APIs e ferramentas que respondem, para um imóvel rural, um município ou um ponto, o que o clima fez em 45 anos, o que mudou na vegetação, onde o fogo passou e que espécies já foram registradas ali.
O Raio-X do território é o primeiro protótipo, no ar. Os próximos cruzamentos estão em teste e entram aqui quando passarem na nossa régua de método e fonte. Quem financia o desenvolvimento entra antes, e com regra de uso definida em contrato.
Como vamos trabalhar
Medir antes de afirmar. Cada número vai ter método e fonte.
Compartilhar com responsabilidade. Difundir o conhecimento e promover ciência aberta e compartilhamento responsável de dados ambientais, como prevê o estatuto, dentro da lei, dos acordos de cada projeto e da política de inovação e propriedade intelectual.
Construir junto. Universidades, institutos de pesquisa, empresas, órgãos públicos, agências de fomento e lideranças territoriais entram na conversa desde a pergunta, e não só no fim.

Experimente o Raio-X do território
Um protótipo de ferramenta já está no ar: 45 anos de chuva e temperatura para um imóvel rural, um município ou um ponto do Brasil, a partir de dados abertos do SICAR, do IBGE e da NASA, calculados no seu navegador. O resultado é uma estimativa de grade, de cerca de 55 por 65 km, e não uma medição local.
Onde começamos
O estatuto dá ênfase ao Cerrado e prevê atuação em todo o território nacional. Acordos com organismos internacionais são uma possibilidade de parceria prevista nele, e não uma operação fora do Brasil.
Em que estágio estamos
Estamos no começo: há um protótipo de ferramenta no ar, o Raio-X do território, e nenhum projeto executado. Os primeiros projetos estão em desenho.
Cada linha de trabalho aparece com o rótulo do seu estágio: em desenho, em andamento ou concluído.

Território vivo é o lugar em que natureza, pessoas e atividades econômicas mudam juntas.
Imagem gerada por computador. Não retrata área, obra ou equipe do Instituto.
Por que investir aqui
Parceria de P&D com participação nos resultados
Na condição de instituição científica, tecnológica e de inovação, o estatuto em reforma prevê acordos de parceria para pesquisa e desenvolvimento com empresas, com titularidade da propriedade intelectual e participação nos resultados fixadas no contrato, nos termos da Lei 10.973/2004.
Tecnologia licenciável
APIs, modelos e métodos são ativos, e nascem com regra de uso. O que for criado pode ser licenciado ou transferido, conforme a política de inovação e propriedade intelectual aprovada pela Assembleia.
Campo próprio no Cerrado
Unidades territoriais de pesquisa e conservação previstas no estatuto, no município de Formosa (GO), para medir no chão o que o satélite estima, restaurar, testar e receber visitação científica.
Governança feita para quem aporta
Assembleia soberana, Diretoria que executa e Conselho Fiscal independente que fiscaliza. Prestação de contas por instrumento, com metas e relatórios de estágio combinados antes do início.
Artigos: em breve
Aqui vão aparecer os nossos artigos sobre as perguntas, os métodos e os dados de cada projeto.
Colabore desde a pergunta
Buscamos parceiros fundadores: agências e fundações de fomento, universidades e centros de pesquisa, empresas que desenvolvem tecnologia com instituições científicas e financiadores de impacto. Quem entra primeiro ajuda a definir as regras de todos os que vierem depois.
Traga a pergunta que o seu território precisa responder.